Eu esmurrava, amarrava e guardava pra mim o que não te era conveniente..
Eu relampeava, assombrava e até matava qualquer ameaça eminente
Eu mapeava, engordava e estourava ao ver o esforço vão
E mesmo expondo chuva em pleno verão, sequer te vi lá
Eu esperava, esperançoso me embriagava
Enquanto hora passava, um novo dia entrava, não desanimava
Mas a sorte que eu nunca tive, ali acabava
E, já meio desnorteado, migrara até o próximo pedaço de luz, na velocidade da luz, pra engolir toda luz...
Eu necessitava, implorava e até rezara para que um dia isso tudo parasse.
Para que as paredes e arvoredos também sombreassem.
Eu era a nuvem que não parava de sombrear... Me sinto cansado...
Tais mudando um pouquinho tua forma de escrever. Usando palavras menos rebuscadas e de mais facil compreenção aos meros mortais,eu.
ResponderExcluirMas ainda assim são teus textos, são bons.