Analisando a filosofia e aplicando-a a atual situação vivenciada por mim,
chego a perceber o quanto estou ao chão.
Como posso complementar a minha contradição? Platão não está aqui agora para explicar-me
sobre toda a complexidade contida na verdadeira essência e não temos um novo Einstein. Fato!
Mas temos muitos, muitos mais paradoxos do que antes, do que o Platão e o próprio Einstein e a tendência
é que esses aumentem exponencialmente com o passar dos anos..
Minha agonia é tão desesperadora a ponto de me levar a apelar para a fé. A fé baseada em possibilidades
impossíveis.. A certeza na existência de algo maior, de um Deus que fez de si livre e criou simplesmente
todas as coisas as quais buscamos compreender e logo em seguida, sumiu. E se a ideia for exatamente essa?
Se esse Deus for nós mesmos? E se estamos criando coisas que uma futura geração venha a indagar bem como fazemos agora?
Isso depois de uma possível catastrofe universal, claro. Tipo o Big-Bang. Como faz sentido!
Enfim, por pensar coisas assim que prefiro ter fé, essa é a condição estipulada para não enlouquecer!
Há coisas melhores pra se falar, seja construtivo. Tenha testemunho que nos seja útil. Seja construtivo com sua depressão...
sábado, 19 de setembro de 2009
Outro alguém..
..E se possível, ao norte contigo irei, não pelo amor que por ti sinto,
nem pelo fervor que, embora ausente, nunca deixou de estar aqui..
Por essas ideias eu iria ao norte, mas só por elas. As várias simulações esdrúxulas
me soam tão patéticas e pouco tentadoras que chego a sentir vergonha por tal título atribuído.
Imponente e destemido, levantaria também o teu pendão e o defenderia com força semelhante ao meu.
Quase incansável, vou buscando um outro vênus, um outro alguém além de ti, caro amigo. Alguém que me fascinasse
de forma semelhante ao menos, ou que me tentasse, que me influenciasse como o Wilde e que tivesse
toda minha atenção ao ameaçar falar.
Eu quero outro alguém, não por mim, claro. Alguém por você, somente por você..
nem pelo fervor que, embora ausente, nunca deixou de estar aqui..
Por essas ideias eu iria ao norte, mas só por elas. As várias simulações esdrúxulas
me soam tão patéticas e pouco tentadoras que chego a sentir vergonha por tal título atribuído.
Imponente e destemido, levantaria também o teu pendão e o defenderia com força semelhante ao meu.
Quase incansável, vou buscando um outro vênus, um outro alguém além de ti, caro amigo. Alguém que me fascinasse
de forma semelhante ao menos, ou que me tentasse, que me influenciasse como o Wilde e que tivesse
toda minha atenção ao ameaçar falar.
Eu quero outro alguém, não por mim, claro. Alguém por você, somente por você..
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