Analisando a filosofia e aplicando-a a atual situação vivenciada por mim,
chego a perceber o quanto estou ao chão.
Como posso complementar a minha contradição? Platão não está aqui agora para explicar-me
sobre toda a complexidade contida na verdadeira essência e não temos um novo Einstein. Fato!
Mas temos muitos, muitos mais paradoxos do que antes, do que o Platão e o próprio Einstein e a tendência
é que esses aumentem exponencialmente com o passar dos anos..
Minha agonia é tão desesperadora a ponto de me levar a apelar para a fé. A fé baseada em possibilidades
impossíveis.. A certeza na existência de algo maior, de um Deus que fez de si livre e criou simplesmente
todas as coisas as quais buscamos compreender e logo em seguida, sumiu. E se a ideia for exatamente essa?
Se esse Deus for nós mesmos? E se estamos criando coisas que uma futura geração venha a indagar bem como fazemos agora?
Isso depois de uma possível catastrofe universal, claro. Tipo o Big-Bang. Como faz sentido!
Enfim, por pensar coisas assim que prefiro ter fé, essa é a condição estipulada para não enlouquecer!
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